#Free Book ⚞ Auto da Barca do Inferno à eBook or E-pub free

Creio que o autor dispensa apresenta es, pelo menos para a maioria de n s.Esta uma das pe as de teatro mais conhecidas em Portugal Pena que esta edi o n o lhe fa a justi a, para come ar o livro ficou ridiculamente min sculo e depois nem a capa nem a formata o interior ajudam Para al m disso, deveria ter mais notas explicativas.A manuscrito em si combina o melhor da s tira portuguesa em forma de teatro Um texto que continua actual e relevante, sendo f cil de encontrar paralelismos na noss Creio que o autor dispensa apresenta es, pelo menos para a maioria de n s.Esta uma das pe as de teatro mais conhecidas em Portugal Pena que esta edi o n o lhe fa a justi a, para come ar o livro ficou ridiculamente min sculo e depois nem a capa nem a formata o interior ajudam Para al m disso, deveria ter mais notas explicativas.A manuscrito em si combina o melhor da s tira portuguesa em forma de teatro Um texto que continua actual e relevante, sendo f cil de encontrar paralelismos na nossa sociedade Apesar das palavras em portugu s antigo dificultarem o entendimento, n o me parece que seja um factor que limite em demasia o desfrutar da obra.Recomendo a todos este texto mas numa edi o diferente Que livro foda, faz tempo que n o rio tanto Esse homem genial, minha nossa #Free Book È Auto da Barca do Inferno é Trata se de uma alegoria dram tica duas s o as barcas em que os personagens podem subir a do Inferno, munida do Diabo e a da Gl ria, encabe ada pelo Anjo Em cena, realizado o auto do julgamento das almas, e a maior parte delas segue na primeira barca Entre os r us , um agiota, um sapateiro rico, um tolo, uma alcoviteira, um usur rio, quatro cavaleiros e um frade corrupto, al m de outros representantes da humanidade Muito mais do que uma s tira da sociedade lisboeta em princ pios do s culo , mais do que uma farsa ou um auto de moralidade embora tamb m o seja , Auto da Barca do Inferno um bem humorado arrazoado dos v cios que corroem o mundo e uma cr tica infelizmente ainda v lida organiza o da sociedade dos homensGil Vicente considerado o primeiro dramaturgo da l ngua portuguesaimpress o, Este auto de literatura f cil para quem est enraizado na cultura do s culo XVI, para quem n o est existem certos trechos que tornam a leitura dif cil e desafiante N o , de todo, um dos melhores autos de Gil Vicente, infelizmente, o mais conhecido Existem partes engra adas, com conte do barato e por vezes ofensivo, mas para al m disso n o h muito mais uma s tira, uma cr tica sociedade, n o se podia exigir mais do que aquilo que foi dado Apesar do baixo rating recomendo esta leitur Este auto de literatura f cil para quem est enraizado na cultura do s culo XVI, para quem n o est existem certos trechos que tornam a leitura dif cil e desafiante N o , de todo, um dos melhores autos de Gil Vicente, infelizmente, o mais conhecido Existem partes engra adas, com conte do barato e por vezes ofensivo, mas para al m disso n o h muito mais uma s tira, uma cr tica sociedade, n o se podia exigir mais do que aquilo que foi dado Apesar do baixo rating recomendo esta leitura a qualquer pessoa, t o pequena que em mais ou menos meia hora se despacha Genial Entre o decl nio da Idade M dia e a ascens o da Idade Moderna, entre a sordidez crist medieval e o racionalismo antropoc ntrico renascentista, entre a Guerra dos Cem Anos e as Grandes Navega es, Gil Vicente simplesmente genial em retratar toda as incongru ncias desse per odo que viveu. This single handedly surpassed every single thing we had to learn while in middle school, period. Auto o nome dado aos textos teatrais O tema deste uma alegoria ao dia do ju zo final O Fidalgo D Anrique, o Onzeneiro agiota , Sapateiro, o Parvo, Frade, Brisida Vaz a Alcoviteira , Judeu, Corregedor, o Procurador, o Enforcado e quatro Cavaleiros morreram e chegaram ao local onde se encontra duas barcas, uma com destino o Inferno e a outra, a Gloria, bem como seus respectivos representantes Um a um, os condenados s o encaminhados aos seus devido lugares Somente o Parvo e os Cavaleiro Auto o nome dado aos textos teatrais O tema deste uma alegoria ao dia do ju zo final O Fidalgo D Anrique, o Onzeneiro agiota , Sapateiro, o Parvo, Frade, Brisida Vaz a Alcoviteira , Judeu, Corregedor, o Procurador, o Enforcado e quatro Cavaleiros morreram e chegaram ao local onde se encontra duas barcas, uma com destino o Inferno e a outra, a Gloria, bem como seus respectivos representantes Um a um, os condenados s o encaminhados aos seus devido lugares Somente o Parvo e os Cavaleiros s o destinados salva o, por sua humildade e por terem morrido em nome da f referencia s Cruzadas Os outros tentam se justificar, por m, suas palavras n o conseguem tirar o peso de suas m s a es quando vivos Engra ado, com valores morais e religiosos do final da Idade M dia, o auto da Barca do Inferno exigida em v rios vestibulares e vale a pena ser lida Este livro mostra de uma maneira divertida e n o aborrecida o facto das nossas ac oes no presente terem consequencias no futuro.Tendo analizado calmamente em aula a obra, cheguei conclus o que os problemas que se passam na sociedade hoje em dia, s o problemas vindos de anos seculos anteriores, por exemplo, O Corregedor e o Procurador s o ambas personagens acusadas de aceitarem Subornos n o praticarem a justi a imparcialmente , um problema que em Portugal tem sido constante.Uma cena desta obra Este livro mostra de uma maneira divertida e n o aborrecida o facto das nossas ac oes no presente terem consequencias no futuro.Tendo analizado calmamente em aula a obra, cheguei conclus o que os problemas que se passam na sociedade hoje em dia, s o problemas vindos de anos seculos anteriores, por exemplo, O Corregedor e o Procurador s o ambas personagens acusadas de aceitarem Subornos n o praticarem a justi a imparcialmente , um problema que em Portugal tem sido constante.Uma cena desta obra que ainda me deixou um pouco, digamo, nora, foi a cena do Enforcado, personagem que era um prisioneiro e se acreditou na palavra de Garcia Moniz que lhe garantia o perd o de todos os seus pecados atrav s do enforcamentoMas de resto uma optima obra de Gil Vicente Mistura de com dia com cr tica social que apesar de ser de 1500 e troca o passo continua em alguns aspetos atual N o que eu tenha muito conhecimento de causa, mas para a poca em que pouco deste g nero se tinha feito, pelo menos em formato escrito, Gil Vicente merece que se lhe tire o chap u Adorei. Gostei muito deste Auto.Li a edi o com notas e coment rios de M rio Fi za, o que tornou a sua compreens o mais f cil uma pe a muito interessante e c mica.